Treinamento Vivencial

Treinamento Vivencial: aprender fazendo é diferente de apenas ouvir

Imagine duas situações. Na primeira, uma pessoa recebe uma explicação sobre comunicação, liderança ou trabalho em equipe. Na segunda, ela precisa tomar uma decisão, comunicar-se com outras pessoas, dividir recursos e executar uma tarefa sob determinadas condições.

As duas situações podem gerar aprendizagem. Mas a segunda acrescenta algo que a primeira não consegue reproduzir sozinha: a experiência.

O participante deixa de ser apenas receptor

Nas propostas reais utilizadas pelo Treinamento Vivencial, a participação ativa, a prática e a reflexão aparecem como elementos centrais. O participante precisa fazer, perceber o que aconteceu e pensar sobre a experiência.

Essa abordagem é coerente com o Ciclo de Aprendizagem Vivencial citado nas propostas, associado a David Kolb, em que a experiência é utilizada como ponto de partida para reflexão e aprendizagem.

E a retenção de conteúdo?

É comum encontrar a chamada "pirâmide de aprendizagem" atribuída a William Glasser para defender percentuais específicos de retenção. Essa atribuição, porém, é controversa na literatura: estudos sobre a origem dessas pirâmides apontam que os percentuais não podem ser tratados como uma comprovação científica simples e direta atribuída a Glasser.

Por isso, aqui preferimos uma afirmação mais cuidadosa: experiências práticas podem tornar o participante mais ativo no processo de aprendizagem. Isso não significa prometer um percentual de retenção nem afirmar que toda experiência produzirá o mesmo resultado.

Por que isso importa para empresas?

Porque muitos desafios empresariais não são compreendidos apenas intelectualmente. Comunicação, liderança, colaboração, iniciativa, tomada de decisão e melhoria aparecem no modo como as pessoas agem.

Uma experiência vivencial cria a possibilidade de observar esses comportamentos em ação e, principalmente, de refletir sobre eles.

O Treinamento Vivencial ao Ar Livre

O ambiente externo ajuda a retirar as pessoas da rotina. Mas o ambiente não é o objetivo. O objetivo é criar uma experiência empresarial relevante, na qual as pessoas participem, enfrentem desafios, pensem, reflitam e possam relacionar o que aconteceu ao seu cotidiano profissional.

Nota sobre William Glasser: a atribuição popular da pirâmide e de percentuais de retenção a Glasser é controversa. A literatura acadêmica sobre a origem dessas pirâmides recomenda cautela com esses números. Por isso, o site não apresenta percentuais de retenção como fatos científicos comprovados.